Dupla manifestação em face do CALOTE do Governo Pezão

Transporte escolar da rede de ensino estadual está CINCO meses se receber do governo do estado pelos serviços prestados, e diante da asfixia financeira vivida pelos profissionais do serviço terceirizado, a única alternativa que lhes restou foi a paralisação do transporte de alunos, haja visto que o posto de abastecimento cortou o crédito dos mesmos devido ao acúmulo da dívida ter chegado a valores estratosféricos, em março me informaram que superava R$ 200.000,00.
O mesmo movimento também ocorre em Varre-Sai, coincidência irônica é que ambas as cidades deram votações recordes ao governador em 2014, no segundo turno ele teve mais de 70% dos votos dos bom-jesuenses e agora retribui com muito “carinho” com nossos estudantes.


Como consequência da paralisação dos terceirizados do transporte escolar estadual, os alunos que ficaram a pé promoveram uma manifestação nesta manhã de sexta-feira na praça Governador Portela, em que eles foram claros e diretos em seus cartazes que o mal que assola a nação é a causa desta paralisação, a CORRUPÇÃO.

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) já havia alertado em maio 2014 que o estado estava quebrado, em dezembro ele alertou que o estado acumulava dívidas irresponsáveis que certamente levaria ao o que está ocorrendo em 2015, as prioridades equivocadas da gestão do estado desde Sérgio Cabral estão trazendo consequências inaceitáveis em tempos de responsabilidade fiscal na gestão dos recursos públicos.


Este é o padrão de se governar imposto pelo PMDB, não só no estado do Rio de Janeiro, mas como em nosso município em que os estudantes universitários estão em protesto também por conta do reajuste da mensalidade do transporte precário da FAESP que sequer deveria ser cobrada.
O custo corrupção está sendo cobrado dos contribuintes, a sociedade está cada vez mais indignada com a irresponsabilidade que os gestores públicos vêm conduzindo estados e municípios e a tendência é que outros movimentos de classe venham a surgir, principalmente dentro de nosso contexto político local que vivemos.