Por Rogério Lima
Primeiro devemos levar em conta
que a lei municipal Nº 901 de novembro de 2009 fixou para 1º de maio a data
base do funcionalismo da prefeitura, determinando que todo ano nesse período
deve haver uma negociação salarial entre executivo e a entidade que representa
a nossa classe, no caso o SINDSERV.
Vale lembrar que em nos anos de 2009,2010,2011 e 2012 o governo se negou a qualquer tipo de negociação pertinente ao reajuste salarial.
Vale lembrar que em nos anos de 2009,2010,2011 e 2012 o governo se negou a qualquer tipo de negociação pertinente ao reajuste salarial.
Em 2013, de uma forma
bastante democrática, o SINDSERV propôs que as negociações fossem conduzidas de
uma forma tripartite entre câmara, sindicato e executivo, quando firmamos
acordo de 7.2 % e a elevação do cartão alimentação no valor de R$ 200,00.
Acordo esse que infelizmente foi dissolvido, segundo informações internas, pelo
na época secretário de obras o Sr. Miguel Ângelo Barbosa Motta.
Em 2014, além dos inúmeros
ofícios e requerimentos enviados à Câmara e Executivo pelo sindicato, em março
o vereador Celso Resende atravessou um requerimento solicitando à prefeita
Maria das Graças Ferreira Motta uma reunião para se tratar de reajuste, que até
hoje não foi respondido.
Em julho corrente, conseguimos com o então empossado prefeito Roberto Tatu acordos que visavam o parcelamento do retroativo do abono permanente, aumento do valor do cartão e reajuste salarial, avanços que foram dissipados pela liminar da hora.
Em julho corrente, conseguimos com o então empossado prefeito Roberto Tatu acordos que visavam o parcelamento do retroativo do abono permanente, aumento do valor do cartão e reajuste salarial, avanços que foram dissipados pela liminar da hora.
Esse pequeno relato, com
documentos em anexo, mostra que apesar de alguns pelegos falarem ao contrário,
nem o sindicato e muito menos o seu presidente são culpados pela falta de
negociação salarial.
É imprescindível que todos,
principalmente o servidor municipal, tenha consciência que a nossa perda
salarial se dá unicamente à política anti-trabalhador imposta pelo governo
Branca Motta.
Precisamos pôr em prática uma
campanha salarial e ter a consciência de que quando não há acordo,
manifestação, paralisação e greve também fazem parte da luta. Não podemos ficar
à mercê da boa vontade governista.


