A possível estratégia do
governo para aprovar seus projetos travados na pauta legislativa tem prazo para
ser executada, que é neste curto período de recesso dos trabalhos da câmara, no
caso para se realizar uma sessão extraordinária o presidente da casa teria que
emitir uma convocação com três dias de antecedência a reunião.
Se ele despachar a convocação
nesta quarta-feira (22/07) a sessão extraordinária poderá ser na próxima segunda-feira
(27/07), e é no horário que os servidores devem se atentar, pois muito
provavelmente que o governo tentará articular para a sessão extraordinária para
um horário inviável para os servidores comparecerem em massa.
Imagina se esta
extraordinária for agendada para as 14:00 horas? Pouquíssimos servidores terão
condições de comparecer, somente os que trabalham em escala que estiverem de
folga, já as servidoras que tem protagonizado com louvor o movimento sindical na
vigília legislativa ficarão impedidas de comparecer.
Diante desta hipótese fica a
sugestão do sindicato articular para deliberar sobre a realização da assembleia
geral com os servidores para promover uma paralização, mesmo que parcial, neste
período de recesso como contraponto as manobras do governo com sua base, o que
não pode é o movimento deixar sem resposta qualquer movimentação dos vereadores
da base governista.
